
ALEXANDRA
BANUT
Quem és tu? De onde vens?
Na tua fronte
Paira o vago crepúsculo infinito
Da distância...
[…]
Há nas tuas palavras um abismo.
Ouvindo-as logo sinto uma vertigem,
E, em sobressalto, chora e se lastima
O que, em mim, é vedado, oculto e virgem.
A parte indefinida do meu ser
Ama a sombra espectral em que desvairas...
E nem, ao menos, posso compreender
Esta força amorosa que me leva
Para a tua loucura!
Me, o amor se apresenta de diferentes formas... na calma do passo, no compasso da dança, na ausência da presença, na loucura sóbria de se saber amado. Na Unidade que integra e nos resgata da condição comum. Abs, Moran
ResponderExcluirOlá, amiga poeta! Tem um presente de Natal para você no Távola de Estrelas!Desejamos a você votos dum Natal muito Feliz e de um Ano Novo Maravilhoso!
ResponderExcluirbeijos,
JouElam & Dani
Távola de Estrelas: http://jorgemanueledanieledallavecchia.blogspot.com/2011/12/um-selinho-pra-voce.html