sábado, 3 de dezembro de 2011

o silêncio arde, lento



















Ainda estranho o corpo que visto
de manhã. Procuro outros
para sentir.

O silêncio arde, lento.

Estendo uma mão que toca
apenas em mim.

O tempo termina. Arrasta-me.
Vou-me evadindo para longe,
cinza inútil voando da fogueira.

Um comentário:

  1. Olá.Essa é minha primeira visita ao blog.Vi seu link em outro blog e resolvi vir conhecê-lo.Adorei seu blog e já estou lhe seguindo.Seu blog é muito bem organizado e suas postagens muito bem elaboradas.Te convido a conhecer meu blog e segui-lo também.Aguardo sua visitinha!
    Bjs!
    Zilda Mara
    http://www.cacholaliteraria.blogspot.com

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